domingo, 11 de setembro de 2011

Analise Grêmio e Internacional

Internacional x Palmeiras 


O Inter foi mais eficiente que o Palmeiras , quando teve as oportunidades fez o gol, com o artilheiro do brasil , Leandro Damião.


E Ele ( Damião ) é de uma categoria impressionante , que faz gol de tudo que é jeito, de bico,de cabeça , de bicicleta, ele faz gol como der pra fazer .




Grêmio x São Paulo 


Como dizia Paulo Odone , Esse Juiz "adora" apitar jogos do Grêmio. Foi isso mesmo que aconteceu o senhor Héber Roberto Lopes, Roubou do Grêmio , não dando penâlti claríssimo em cima de Marquinhos. E se não basta-se a roubalheira no lance , ainda deu amarelo para o meia do Grêmio , falando que o mesmo havia simulado , Héber Roberto Lopes "Ladrão" , adora roubar contra a Dupla Grenal , e que nunca se cala diante dele .


Crítica ao Maior Bambi de todos 


Agora eu digo , CHUPA ROGÉRIO CENI , ele que fez pouco caso do Hino Rio Grandense , quando executado , quando tocou o hino nacional , ele ficou ali atento ao hino , mas bastou tocar o hino do sul , que ele saiu fora , começou a falar com o companheiro do lado ,Ridículo a sua atitude .


Respeite mais o Sul , O Seu bambi , que nem roubando conseguiu parar o Grêmio , do Celso Roth .







Grêmio faz mais uma vitima no olímpico

Partiu dos pés de Douglas a alegria gremista na tarde deste domingo. No Estádio Olímpico, ele marcou o gol do 1 a 0 sobre o São Paulo, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi a terceira vitória consecutiva do Grêmio no Campeonato Brasileiro. O resultado freia a ascensão dos visitantes.

Há pouco ameaçado pelo ingresso na zona de rebaixamento, o Grêmio é agora o 12º colocado, com 30 pontos - e um jogo a menos. Já o São Paulo desperdiçou nova oportunidade de chegar à liderança, permanecendo com 41, e caindo para 3º.
Pela 24ª rodada o São Paulo entra em campo às 18h do próximo sábado, contra o Ceará, no Estádio do Morumbi. Nos mesmos dia e horário (de Brasília), o Grêmio visita o Vasco, em São Januário.
Douglas gol Grêmio (Foto: Ag. Estado)Ao lado de Escudero, Douglas festeja o gol que deu a vitória ao Grêmio (Foto: Ag. Estado)

Zero a zero, mesmo
Ninguém chutou a gol no primeiro tempo. E nem foi por reverência dos gremistas a Rogério Ceni e seus 1.001 jogos, ou por respeito dos são-paulinos a Victor, novamente convocado para a Seleção Brasileira. Foi porque ninguém conseguiu chutar.
Para bloquear as investidas laterais do anfitrião, Adilson Batista apresentou uma variação tática. Sem a bola, desfazia-se o losango usual, com Cícero e Casemiro alinhando-se pelos lados aos volantes, e assim fechando os espaços de Mário Fernandes e Julio Cesar.
Ao Grêmio, restaram as trocas de passes pelo centro, com Douglas, Marquinhos, Escudero e André Lima tabelando, O quarteto alcançou uma boa média de acerto nos passes. Somados, executaram 57 e erraram apenas seis.
Mas as infiltrações não aconteceram, assim como o contra-ataque do São Paulo desapareceu. Com o jogo restrito às intermediárias, com sucessões de desarmes e roubadas, a atenção voltou-se ao árbitro Heber Roberto Lopes.
Quando apresentou cartão amarelo a Marquinhos, por simulação - em lance de pênalti alegado pelo meia tricolor - recebeu uma das maiores vaias da história do Olímpico, estádio que em dezembro do próximo ano dará lugar à nova Arena em construção.
Linha de fundo
Apresentadas aos jogadores ofensivos de Grêmio e São Paulo as mesmas dificuldades do primeiro tempo, a etapa final insinuava a repetição dos fatos. Muita marcação, poucos espaços, quase nenhuma finalização.
Ao menos, os goleiros foram notados pelos mais de 30 mil torcedores. Quando o meia Douglas venceu Rogério Ceni, aos 19, Victor já havia praticado algumas defesas.
E o gol da vitória gremista nasceu exatamente daquela jogada que Adilson Batista planejara impedir: Julio Cesar conseguiu vencer as duas linhas de marcação do São Paulo, chegando à linha de fundo. E quando o lateral gremista encontra o caminho para cruzar, transforma o passe em assistência. De primeira, o camisa 10 finalizou com categoria e precisão, no canto esquerdo de Rogério.
Em festa, os torcedores comemoraram a reafirmação de uma nova história: o Estádio Olímpico é novamente um caldeirão que impõe muita resistência aos visitantes.

Damião 3x0 Palmeiras

Em tarde inspirada de Leandro Damião , Inter bate o Palmeiras por 3x0.



Difícil encontrar adjetivos que classifiquem a atual fase de Leandro Damião. Talvez simplicidade defina. Em apenas três aparições no jogo deste domingo contra o Palmeiras, no Pacaembu, o centroavante do Internacional fez três gols com extrema facilidade, definiu o placar de 3 a 0, colocou o Colorado em boa condição na briga e ainda deflagrou a crise no Verdão. Acha pouco? Pois Damião chegou à espantosa marca de 40 gols na temporada 2011 – 39 pelo Inter e um pela Seleção Brasileira. O craque foi o diferencial entre um time que cresce no Campeonato Brasileiro e outro que está em queda livre.
O resultado leva o Colorado aos 35 pontos, ultrapassando o próprio Palmeiras na tabela. Em franca ascensão, os comandados de Dorival Júnior entram de vez na briga por Libertadores e podem até começar a sonhar com título - a diferença para o líder Corinthians é de oito pontos. E Damião vai com moral ainda mais elevado para a Seleção, que enfrenta a Argentina na próxima quarta-feira, em Córdoba, pelo Superclássico das Américas.
O Verdão segue com 34 pontos e cai para a oitava posição na tabela, sua pior em 23 rodadas de competição. Com apenas nove pontos conquistados nos últimos dez jogos, o time de Luiz Felipe Scolari vê a crise cada vez mais de perto. Revoltada, a torcida saiu do Pacaembu vaiando e xingando o time e seus dirigentes, principalmente o vice-presidente Roberto Frizzo.
Na próxima rodada, o Palmeiras vai a Florianópolis enfrentar o Avaí, domingo, às 16h. Já o Inter recebe o Coritiba no Beira-Rio também no domingo, mas às 18h.
Três arcos e uma flecha certeira
Andrezinho, do Internacional, disputa a bola com Márcio Araújo e Luan, do Palmeiras (Foto: Idário Café/VIPCOMM)
Dorival Júnior escalou o Inter no ataque, querendo aproveitar a boa fase do setor para o time deslanchar no Brasileirão. Mas Felipão sabia bem das intenções de seu colega e armou um forte esquema de marcação para conter os “arcos” que lançam a flecha Leandro Damião, artilheiro nato. Márcio Araújo não desgrudou de D’Alessandro, Cicinho ficou responsável por Oscar, e Gabriel Silva seguiu todos os passos de Andrezinho. Scolari usou a metáfora do arco e flecha durante a semana para ilustrar a situação diante de seu elenco.
Enquanto os meias do Inter estavam bem vigiados, o Verdão sobrou em campo. Com atuações inteligentes de Patrik e Márcio Araújo, o time abusou das tabelas e confundiu a zaga colorada. Fernandão, autor de dois gols em quatro jogos com a camisa alviverde, prendeu a atenção de Juan e Rodrigo Moledo. Assim, Vinícius teve espaço, arriscou a gol, mas parou em Muriel. As bolas paradas de Marcos Assunção tiveram o mesmo destino. No total de finalizações do primeiro tempo, deu 10 a 5 para o Palmeiras.
A torcida, longe de lotar o Pacaembu, alternava-se entre a empolgação e a preocupação. O segundo sentimento era justificável: o Verdão tem jogado melhor que os adversários nas últimas partidas, mas vacilado em momentos de decisão. E não é que o temor se confirmou? Aos 24 minutos, no primeiro descuido de marcação sobre os “arcos” colorados, Andrezinho apareceu sozinho na entrada da área e deu uma cavadinha para a flechada certeira de Leandro Damião. Com a frieza dos grandes, o camisa 9 fez o que se esperava dele: girou com rara simplicidade em cima de Henrique e deu um toquinho para as redes: 1 a 0 Inter.
Um gol que detonou o otimismo do Palmeiras. O torcedor passou a reclamar de cada passe errado ou finalização torta, e dentro de campo os mais vulneráveis sentiram isso. Patrik desapareceu, Luan perdeu um gol incrível em que atuou mais como zagueiro do que como atacante. Coube ao experiente Marcos Assunção colocar a bola no chão e acalmar os ânimos. A partir de uma bela falta que exigiu ótima defesa de Muriel, o volante conseguiu devolver o Verdão ao jogo. O time seguiu em cima, mas outro gol incrível perdido no minuto final do primeiro tempo, desta vez por Gabriel Silva, deu a noção exata do que faltava a esse time: concentração.
Hat-trick do artilheiro
Leandro Damião gol Internacional (Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)Leandro Damião comemora com os companheiros mais um gol (Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)
O choque de Felipão no vestiário surtiu resultado, e o Palmeiras começou sufocando o rival nos primeiros dez minutos. O time voltou, trocando passes rápidos como já havia feito no primeiro tempo, mas algum detalhe ainda impede o passo seguinte, o gol, a vitória. Até na jogada que parecia perfeita, com Cicinho cruzando milimetricamente na cabeça de Vinícius, a bola faz questão de explodir no travessão e sobrar para algum jogador de vermelho. Para os de verde, não sobrava nada.
A postura mais defensiva do Inter ajudou a construir o panorama do jogo, praticamente um ataque contra defesa. Mas Dorival Júnior não fez isso por acaso. Mesmo resguardado lá atrás, o técnico colorado manteve seu quarteto ofensivo armado e sacou o organizador D’Alessandro para lançar o arisco Ilsinho, e apostar em uma bola de contra-ataque para definir o placar. Em uma dessas esporádicas escapadas, Damião estava sozinho para fazer o segundo gol, mas Rodrigo Moledo foi fominha e perdeu a bola.
Ricardo Bueno entrou na vaga de Vinícius, Tinga substituiu Patrik, mas na prática nada mudou. O Verdão parou em Muriel, na trave, na falta de criatividade, menos nas redes. A partir dos 30 minutos, o Inter já não queria mais jogo e colocou todo mundo em câmera lenta. Segundos preciosos para cobrar um lateral renderam cartão amarelo para Andrezinho, e outros tantos segundos renderam nova advertência ao goleiro Muriel.
Pode não ser o jeito mais bonito de se segurar o resultado, mas fato é que o Colorado cozinhou o jogo e impediu um sufoco final do rival. Fez mais: aos 37, Damião marcou mais um, fechou o placar e chegou a 12 no Brasileirão. Suficiente para a torcida ir embora do Pacaembu, praticamente vazio no apito final de Alício Pena Júnior. No último lance, o artilheiro fez seu terceiro na partida, entrando com facilidade na zaga e driblando Marcos, entrando com bola e tudo.
Resultado péssimo para o Verdão, em queda livre na tabela. Bom para os arcos e a flecha do Inter, que veem seus próximos alvos cada vez mais próximos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Grêmio vence o Bahia


Na estreia de Joel Santana, os torcedores correram para o Estádio de Pituaçu, em Salvador, esperando que o Bahia desse mais um passo em sua recuperação no Campeonato Brasileiro, após a vitória sobre o Flamengo no Rio de Janeiro. Mas Celso Roth não se constrangeu em atrapalhar o reencontro do técnico adversário com os tricolores locais e fez o Grêmio vencer por 2 a 1, nesta noite de quinta-feira, pela 22ª rodada.
Brandão e Escudero marcaram os gols gaúchos; Souza, de pênalti, descontou para os baianos. Com a vitória, o Grêmio sobe para 27 pontos, na 13ª colocação; o Bahia é o 16º, fora da zona de rebaixamento, que está três pontos abaixo.
Ambos voltam a jogar às 18h do próximo domingo. No Estádio Olímpico, o Grêmio recebe o São Paulo, e, na Arena do Jacaré, o Bahia visita o Atlético-MG.
Nocaute
Se fosse uma luta do UFC, o juiz teria interferido para evitar ferimentos mais graves no ego dos anfitriões. O primeiro tempo do Grêmio foi avassalador. Com as linhas de seu 4-2-3-1 adiantadas, no campo adversário, Celso Roth elaborou para a equipe gaúcha uma estratégia voltada à valorização da posse de bola, e à criação de movimentos ofensivos.
Douglas, Marquinhos e Escudero entraram em rotação, invertendo posições e funções, confundindo a marcação e atraindo para tabelas curtas Julio Cesar, Fernando e Rochemback. Na área, Brandão foi abastecido com assistências das mais variadas formas.
Com 55% da posse de bola, o Grêmio trocou 150 passes, chegando a 80,7% de acerto. Concluiu a gol 15 vezes, comemorando dois: um de Brandão, de cabeça, concluindo cruzamento de Júlio César; e outro, com Escudero aproveitando um rebote na trave, após linda jogada de Douglas. E ainda desperdiçou um pênalti mal marcado - Douglas chutou para fora após ser derrubado fora da área. Nas grades do octógono, o Bahia parecia atordoado com o repertório de golpes gremistas. Um nocaute.
- Jogamos mal e tomamos um passeio. Vamos acertar o time - resumiu o técnico estreante.
Brandão gol Grêmio (Foto: Ag. Estado)Brandão comemora o primeiro gol do Grêmio na vitória no Pituaçu (Foto: Ag. Estado)
Reação
Do intervalo, o Bahia retornou com Maranhão na lateral esquerda, passando Marcos para a direita. Joel Santana começou a forçar as jogadas sobre os laterais gremistas, deixando Souza e Reinaldo sobre os zagueiros Saimon e Edcarlos, na tentativa de eliminar qualquer cobertura e indefinir a marcação.
A estratégia deu certo. O Bahia despertou para a luta, e o Grêmio ergueu a guarda, defendendo-se. Coube à arbitragem, entretanto, repetir o erro da etapa inicial, marcando mais um pênalti inexistente: Reinaldo caiu na área, o carioca Felipe Gomes da Silva assinalou a infração, e Souza diminuiu: 2 a 1.
Inverteu-se o controle da posse e o volume de finalizações. O segundo tempo foi todo do Bahia. Ainda assim, em contra-ataques, o Grêmio não abdicou de especular investidas. E soube assegurar o resultado construído no primeiro tempo, encerrando uma sequência de nove partidas sem vencer fora de casa pela competição nacional.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Inter goleia o América


No feriado de 7 de setembro, o que o Inter soltou foi um grito de dependência: dependência de Damião, de D’Alessandro, de Oscar, de Andrezinho. Dependência de todos eles juntos. Foi graças ao ataque que o time colorado manteve fé em habitar um lugar mais alto na tabela de classificação. A vitória de 4 a 2 sobre o América-MG, nesta quarta-feira, no Beira-Rio, teve a impressão digital do setor ofensivo vermelho. D’Alessandro voltou ao time após três jogos em que, sem ele, o Colorado não conseguiu vencer.
O resultado foi um repeteco do placar do primeiro turno. Todos os gols saíram no primeiro tempo. Do quarteto de frente, só Andrezinho não marcou. Rodrigo Moledo acompanhou Leandro Damião, D’Alessandro e Oscar na autoria dos gols. André Dias e Kempes fizeram para o Coelho, mais um time a escancarar a deficiência defensiva dos gaúchos.
A vitória elevou o Inter para a sétima colocação, com 32 pontos, momentaneamente a quatro da zona de classificação para a Libertadores. Ainda pode seu ultrapassado por Fluminense, Figueirense e Coritiba. O América-MG segue atolado na lanterna, com 17, a sete da fronteira da área do rebaixamento. O time de Belo Horizonte volta a campo no sábado, contra o Avaí, na Arena do Jacaré. O Inter, um dia depois, visita o Palmeiras.
Não vale a pena ver de novo: ataque salva a defesa
Inter 1 a 0. Inter 2 a 0. Inter 3 a 0. Aí o América-MG desconta e a torcida colorada, lembrando-se do jogo contra o Santos, pensa: “Ai, ai, ai...”. Mas desta vez a dormência vermelha foi um pouco menor, e os gaúchos fecharam o primeiro tempo naquele velho esquema de o ataque salvar a defesa: 4 a 2.
No início, não foi um jogo: foi um passeio de mãos dadas em um feriado de sol. O Inter saracoteou por onde quis, quando quis, do jeito que quis. Com 13 minutos, abriu 3 a 0 e deu a impressão de que bateria o recorde interplanetário de gols. Quase isso.
Começou com Rodrigo Moledo. E cedo. Aos três minutos, Andrezinho cobrou escanteio na cabeça do zagueirão, que mandou uma testada forte, precisa, para já encaminhar a vitória. Continuou com Damião, sempre Damião, eternamente Damião. Oscar tocou de calcanhar para Kleber, que encontrou o espaço necessário para o centroavante, de carrinho, marcar seu 37º gol em 2011.
Seguiu com D’Alessandro. Guiñazu avançou pela esquerda e foi derrubado por Otávio dentro da área. Pênalti. Damião pediu para cobrar. Oscar também. Mas quem manda mesmo é quem veste a camisa 10. O argentino bateu e fez 3 a 0.
Leandro Damião gol Internacional (Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)Leandro Damião (à esquerda) marcou seu 37º gol na temporada (Foto: Jefferson Bernardes / VIPCOMM)
Para qualquer torcida do mundo, seria certeza de vitória. Para a do Inter, que viu o time transformar, em 15 minutos, uma vitória de 3 a 0 sobre o Santos em empate por 3 a 3, começou a bater um temor enquanto o América-MG avançava. O time visitante, que antes empilhava passes errados, passou a pelo menos rodear a defesa colorada. E aí a zaga falhou.
E, como de hábito, falhou pelo alto. O América-MG fez dois gols em cruzamentos da direita. O primeiro foi marcado por André Dias; o segundo, por Kempes. Em ambos, a defesa não conseguiu acompanhar por cima. Em ambos, Muriel tocou na bola, mas sem força suficiente para salvar. O segundo foi em falha do goleiro.
Os gols só não tiveram impacto maior nos colorados porque Oscar, entre eles, fez um golaço para o Inter, aumentando para 4 a 1 o placar que logo depois seria reduzido para 4 a 2. O guri dominou a bola pela esquerda, no campo de ataque, encaixou o corpo e mandou colocado, no ângulo. Lindo de ver. Foi um lance para impedir o repeteco daquele filme de reação do adversário - uma história que, para a torcida local, não valia a pena ver de novo.
Jogo movimentado, placar imóvel
A vantagem colorada no placar, indicando algum conforto, não levou marasmo à partida. Pelo contrário. O segundo tempo se mostrou mais ríspido do que o primeiro. Jogadores trocaram empurrões, esticaram braços, deixaram pernas, sempre para provocar o adversário. D’Alessandro levou um tapa, reclamou, recebeu cartão amarelo e quase foi expulso ao se enroscar com um oponente.
O Inter seguiu melhor, mas sem uma superioridade tão expressiva quanto a de antes. Com Damião marcado de perto, por vezes com força excessiva, o time colorado se valeu dos três meias para manter o controle do jogo. Andrezinho quase ampliou. Entrou na área aos dribles, mas foi acossado na hora de concluir.
D’Alessandro esteve perto de fazer um golaço. Pelo lado direito do ataque, de costas para o gol, ele girou em um piscar de olhos e mandou de canhota, no travessão. Quase.
Os dois treinadores apelaram para o banco, fizeram trocas, testaram alternativas. Damião fez um gol, mas a arbitragem anulou o lance, sob alegação de falta. O placar seguiu imóvel, e o Inter, graças a seu ataque, conseguiu a vitória. O time de Dorival Júnior é dependente de seus avantes. Dependência ou morte.

domingo, 4 de setembro de 2011

Inter empata com o Ceará

Ceará e Inter fizeram uma partida bem movimentada e equilibrada e ficaram no empate por 1 a 1, neste domingo, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado foi justo pelo que produziram em campo, mas ruim para as duas equipes, que continuam no meio da tabela de classificação. Washington fez o gol do time da casa, e Jô, o dos visitantes.

Com o empate, o Ceará passou a somar 26 pontos e está na 13ª posição. O Inter tem agora 29 pontos e é o décimo colocado. O próximo jogo do time cearense será na próxima quarta-feira contra o Botafogo, no Engenhão. A equipe gaúcha receberá no mesmo dia o América-MG, no Beira-Rio.
Inter começa bem e termina mal o primeiro tempo
Como o dono da casa, o Ceará tentou dar as cartas, mas insistindo muito nas bolas alçadas para o centroavante Washington. O Inter, que saiu de um frio de 15 graus em Porto Alegre para o calor de 28 em Fortaleza, buscava mais o toque rápido de bola. E, numa boa tabela com Jô, Kleber chegou muito próximo de abrir o marcador para a equipe gaúcha, mas Diego impediu com excelente defesa.
Sem grandes ideias no meio de campo, o Ceará não conseguia criar lances de perigo, mas ganhou um de presente, quando Juan perdeu uma bola para Osvaldo, que desperdiçou, chutando mal. A partir dos 30 minutos, depois de o técnico Vagner Mancini pedir para o seu time entrar no jogo, o Alvinegro passou a pressionar o Inter e acabou encontrando o gol em pênalti cobrado por Washington, depois de ótima jogada de Osvaldo, derrubado na área por Rodrigo Moledo.
O Ceará se inflamou na arquibancada e no campo e quase chegou ao segundo, novamente com Washington, mas desta vez de cabeça, em lance que Muriel jogou a bola na trave. Por outro lado, o Inter demonstrou ter ficado abalado com a desvantagem e terminou o primeiro tempo sendo completamente dominado depois de um bom início.
rodrigo moledo internacional washington ceará (Foto: Jarbas Oliveiras / Agência Estado)Washington marcou seu gol em pênalti cometido por Rodrigo Moledo (Foto: Jarbas Oliveiras / Ag. Estado)
Ceará dá mole no início do segundo tempo
Para a etapa final, Dorival Júnior colocou o agora meia Ilsinho no lugar de Dellatorre, avançando Oscar para o ataque. E o técnico do Inter deu sorte, porque mal foi dada a saída e o Ceará vacilou. Jô aproveitou bem para empatar a partida e deixar a torcida colorada com menos saudade de Leandro Damião, que está na Seleção Brasileira. Após o gol, a partida tomou uma configuração que aparece muito no futebol atual, mas que ainda não havia acontecido: o time da casa no ataque e o visitante entrincheirado, esperando uma chance para contra-atacar.
Como Enrico, que errou no lance do gol do Inter, cumpria apenas burocraticamente a sua missão no meio alvinegro, Mancini - que não contava com o habilidoso Thiago Humberto - o tirou e colocou em campo Felipe Azevedo para tentar algo mais imaginativo no setor ofensivo de sua equipe.
Não adiantou muito, e aos poucos o Inter foi se soltando. Foi desta forma que Oscar perdeu excelente oportunidade de virar o jogo. Mas as iniciativas de ataque continuavam com o Ceará, que contava com a velocidade de Osvaldo para chegar mais próximo do gol defendido por Muriel. Além disso, a entrada do veterano Edmílson no lugar de Eusébio melhorou a qualidade do passe no meio alvinegro.
Quando o time da casa começava a ter mais posse de bola e presença no ataque, Dorival tirou o cansado Oscar para a entrada de Alex. No fim da partida, o Ceará se lançou em busca do segundo gol e abriu espaços muito perigosos em sua defesa. Sorte da equipe alvinegra que Jô fez novamente a torcida do Inter sentir muitas saudades de Damião ao jogar para a arquibancada um gol certo, frente a frente com Diego. No fim, o 1 a 1 foi justo, mas desagradável para os dois times.

Grêmio com cara de Grêmio

Assim descrevo a atuação do time treinado por Celso Roth, Lembra de quando o Grêmio era um time temido dentro de seus domínios? Então parece que esta voltando tudo ao Normal. 


O Grêmio aplicou uma senhora goleada no time do Atlético PR , e jogando um futebol exemplar , que troca de passes , e mesmo com o placar de 2x0 no primeiro tempo , nao parou de atacar um segundo.


Desde a chegada de Celso Roth , O Grêmio vem numa crescente muito grande, Ele acerta ao escalar os três meias juntos , Douglas,Marquinhos e principalmente o Argentino Escudero, Que hoje fez uma partida muito boa, fazendo inclusive o primeiro gol.


andre lima grêmio gol atlético-pr (Foto: Lucas Uebel / Agência Estado)O Guerreiro Imortal Voltou...


Depois de Escudero abrir o placar , entro em cena o até então contestado André lima.


O Primeiro gol saiu aos 19 minutos do primeiro tempo, Após jogada muito bem trabalhada, entre André Lima , Douglas esse que deixou Escudero na cara do gol , pra marcar o primeiro gol do jogo.


O segundo foi aos 32: de Marquinhos para André Lima, de André Lima para Marquinhos, de Marquinhos para Escudero, de Escudero para André Lima, de André Lima para o gol. Sem grandes problemas, sem sustos, o Grêmio abria frente no Olímpico. André Lima, antes mesmo de o time de Celso Roth abrir o placar, perdera chance cristalina de gol, em defesa de Renan Rocha após conclusão à queima-roupa do atacante.


E O Terceiro gol? Fazia tempo que nao se via o Grêmio jogar assim , em conjunto. Julio césar em ótimo cruzamento , a zaga do atlético deu rebote , e de novo ele , André Lima completa pro fundo das redes 3x0 Grêmio .


Como se não basta-se , ele queria pedir musica no fantástico, André Lima recebeu de Escudero , André lima viu a passagem de Julio césar pela esquerda , que tocou e o lateral foi derrubado na área penalti , quem cobra ?
Douglas,Marquinhos ou Fábio rochemback? Que nada a tarde era toda dele , Andre Lima pediu pra bate e  converteu sem chances para o Goleiro do Atlético PR , Fim de jogo , e festa da torcida do Grêmio .




------------------------------------ Fato Positivo ------------------------------------------------------------------
Em nenhum momento do jogo o Grêmio se acomodou no seu campo de defesa , mesmo com os 2x0 no placar seguiu em busca do gol , sem dar chances para qualquer tipo de reação do atlético PR

Paulo Pelaipe - Que contratação mais bem sucedida essa , trazendo Julio César e Edcarlos , principalmente pelo lateral esquerdo , Joga muita bola , e nao só pelo jogo de hoje que eu digo , e sim pelo potencial que ele ja mostrou em outros clubes.

Se continua assim , pode se almejar algo mais no brasileiro , do que apenas uma Sul-americana, quem sabe uma vaga na libertadores? ano passado todo mundo dizia que nao chegaria , e tanto que chegou.