sábado, 22 de outubro de 2011

Grêmio ridículo empata com o Rebaixado América


Não foi desta vez que o Grêmio alcançou a meta estabelecida pela diretoria para assegurar a permanência na primeira divisão. A equipe gaúcha vencia de virada, fora de casa e com um jogador a mais desde o primeiro tempo, mas volta de Sete Lagoas frustrada pelo desfecho da partida. Neste sábado, América-MG e Grêmio ficaram no empate por 2 a 2, na Arena do Jacaré. Thiago Carleto marcou de falta, André Lima - duas vezes - colocou o Tricolor à frente, mas o zagueiro Anderson igualou no final. Marcos Rocha foi expulso.
Com o empate, o Grêmio soma 43 pontos, provisoriamente na 9ª colocação. A vitória levaria o time gaúcho aos 45 considerados suficientes para fugir do rebaixamento. O América-MG permanece na lanterna: é o 20º do Campeonato Brasileiro, com 25.
Pela 32ª rodada, os gaúchos recebem o Flamengo no Estádio Olímpico às 16h de domingo, 30 de outubro. No mesmo dia, às 18h, os mineiros visitam o Coritiba no Couto Pereira.
Quase
Embora fora de casa, o Grêmio não se constrangeu na Arena do Jacaré. Pelo contrário. Aproveitando-se da baixa presença de público, foi o time gaúcho que se propôs ao controle do primeiro tempo.
Com alta posse de bola - o índice ultrapassou 65% - e muitos passes trocados, entretanto, o Grêmio não conseguiu ultrapassar com intensidade o sistema defensivo do América-MG. E teve a falta de velocidade punida com o gol de Thiago Carleto, em forte cobrança de falta. A bola caiu antes de chegar a Victor, bateu no gramado molhado pela chuva insistente e surpreendeu o goleiro gremista, aos 11 minutos.
Coube ao Grêmio manter a estratégia inicial, posicionado no campo adversário, mas adicionando agressividade ao ataque. Escudero já havia perdido um gol (quase) imperdível, quando perseverava o 0 a 0 inicial, mas André Lima empatou concluindo com certa coragem uma bola dividida entre ele, o goleiro Neneca e um zagueiro - aos 34, dois minutos depois da expulsão de Marcos Rocha, pelo segundo cartão amarelo.
Porém, o próprio André Lima desperdiçou outra oportunidade clara. Aquele mesmo piso enlameado que enganara Victor desta vez desarmou o centroavante, prendendo a bola e fazendo o jogador do Grêmio perder o tempo ideal para o chute. O Grêmio encerrava a etapa quase vitorioso - e com boa perspectiva - mas também quase novamente surpreendido: Anderson cabeceou no travessão após cobrança de escanteio.
Quase, de novo
Temendo perder Fernando, amarelado no primeiro tempo, Celso Roth trocou-o pelo zagueiro Edcarlos no intervalo, passando Gilberto Silva ao meio-campo. O treinador do Grêmio fez boa análise da equipe até então, ligando a posse de bola restrita ao espaço entre as intermediárias e o número reduzido de finalizações - foram 7, apenas três claras. Ele pediu mais velocidade aos jogadores:
- Ter o controle do jogo não significa ter a posse de bola para o lado. Ter o controle do jogo significa ter a posse na direção do gol.
E o Grêmio encontrou o caminho idealizado por Roth. Aos 6, a bola cruzada desta vez driblou o barro. Caiu na grama. Sem a interferência do piso, André Lima conseguiu dominar, fez o segundo dele no jogo - o sétimo na competição - e virou para 2 a 1.
Confirmava-se a boa perspectiva para os gremistas. No segundo tempo, a posse de bola voltou a beirar os 65%, e a equipe tratou de fazer o tempo passar trocando passes, aproveitando a vantagem do jogador a mais. Givanildo Oliveira recorreu ao veterano centroavante Fábio Júnior e condicionou o time à pressão aérea. Deu certo: aos 41, de cabeça, Anderson fez o 2 a 2. Ficou no quase para o Grêmio.

domingo, 16 de outubro de 2011

Inter vence o Avai de Virada

x



Para se resumir um camisa 10, pegue-se a atuação de Andrés D’Alessandro no segundo tempo da vitória de 4 a 2 do Inter sobre o Avaí. Peguem-se a movimentação, os dribles e as arrancadas. Peguem-se os dois gols. Pegue-se o passe para mais um. O argentino acabou com o jogo em 45 minutos na tarde deste domingo, virou um jogo que tinha ares de tragédia para os colorados, aproximou o time gaúcho da zona da Libertadores e complicou de vez a vida dos catarinenses.
Foi uma das maiores atuações de D’Alessandro pelo Inter. O Colorado saiu perdendo no primeiro tempo, empatou com o argentino, voltou a ficar em desvantagem e alcançou nova igualdade com outro gol do camisa 10. Kleber, em passe do gringo, e Nei, cobrando falta, fecharam o placar. Robinho e William fizeram para o Avaí.
O resultado ergue o Inter na tabela. Já são 47 pontos, ainda em sétimo, mas agora a três pontos da zona de classificação para a Libertadores – dependendo ainda do resultado do jogo entre São Paulo e Atlético-GO. O Avaí, com 26, segue em penúltimo.
 
Avaí na frente
Se Jô fosse um centímetro mais alto, se o passe de João Paulo fosse um centímetro mais baixo, se o zagueiro estivesse um centímetro mais longe, sabe-se lá como teria sido o primeiro tempo no Beira-Rio. Detalhes tão grandes. O centroavante não alcançou a bola cedo no jogo, logo com dois minutos, e perdeu a chance de colocar o Inter em uma vantagem que, dado o desespero do Avaí, poderia ser conclusiva. Mas não aconteceu. E quem fechou a etapa inicial na frente foi o time catarinense.
O Avaí ofereceu ao Inter uma overdose de seu maior veneno: saída rápida, envolvendo o trio Robinho, Cleverson e William, geralmente pelo lado direito de ataque. Aconteceu repetidas vezes. Na primeira delas, a bola entrou. Cleverson cruzou para Robinho, na pequena área, desviar para o gol.
Eram oito minutos. O Inter tinha uma eternidade para buscar o empate e alicerçar a virada. Mas gastou o tempo tropeçando nas próprias pernas.O trio de articulação esteve embolado – e bem marcado. João Paulo mais errou do que acertou. D’Alessandro correu, correu, correu, mas não produziu o habitual. Andrezinho foi o mais sóbrio na região, mas não o suficiente para levar a equipe a marcar.
Depois de fazer o gol, o Avaí aumentou a carga de marcação, firmou passo mais firme no campo de defesa. O Inter tomou conta do gramado. Poderia ter empatado com João Paulo, que chutou fraco, com Andrezinho, que mandou cobrança de falta no ângulo (Felipe espalmou), com D’Alessandro, que bateu para fora, com Jô, que girou por cima. Poderia, mas não fez. E o Avaí foi para o vestiário com a vitória parcial.
Só D'Alessandro salva
Dorival Júnior tinha uma arma na reserva. A exigência de uma virada convenceu o treinador a fazer Oscar migrar do banco para o campo. O jogador da Seleção Brasileirou entrou no lugar de Andrezinho. Mas quem resolveu tomar conta do jogo foi D’Alessandro.
E quando D’Alessandro toma conta de um jogo, não faz pouca coisa. Com sete minutos, o argentino encaixou o corpo para cobrança de falta pelo lado direito de ataque. Ele desviou a bola da barreira e fez com que ela morresse no canto inverso. Era o empate vermelho.
D’Alessandro, D’Alessandro e mais D’Alessandro. O gol carregou no colo outras duas chances protagonizadas pelo camisa 10. Na primeira, ele cruzou da direita para Jô, muito mal no jogo, cabecear para fora; na segunda, recebeu de João Paulo e bateu por cima. Quase.
Estava armada a estrutura da virada colorada. E ela desabou feito um castelo de cartas. Em uma rara escapulida ao ataque, o Avaí foi presenteado com um pênalti. Guiñazu derrubou Leandrinho na área. William mandou uma pancada para recolocar a equipe visitante na frente.
Só D’Alessandro poderia salvar o Inter. Ninguém mais. Oscar encontrou o argentino na entrada da área. Ele olhou para o gol com olhos de quem vai marcar. E marcou. Chute de canhota, forte, certeiro: novo empate no Beira-Rio.
Empate? Empate coisa nenhuma. D’Alessandro, sempre D’Alessandro, eternamente D’Alessandro, pegou a bola pelo lado esquerdo, como se fosse lateral, e viu a entrada de Kleber, como se fosse meia. O passe encontrou o camisa 6. O camisa 6 encontrou o gol. Incrível: o Inter virava no Beira-Rio.
E tinha mais. Não de D’Alessandro, porque nem tudo precisa ser dele. Nei, em cobrança de falta, ampliou o placar, assassinou os temores vermelhos, alimentou as esperanças. A Libertadores está visível na frente do Inter. E o Inter tem Andrés D’Alessandro.


 

Grêmio Volta a vencer no Brasileiro

x


De prático, o 1 a 0 na Vila Belmiro não resolveu muito a situação do Grêmio no Campeonato Brasileiro. Mas a vitória magra no solo santista pelo menos serviu para quebrar uma escrita entre as equipes na competição. O placar justinho em um jogo fraco e sob chuva na tarde deste domingo foi a primeira vitória do Tricolor no campo do Peixe no torneio - agora são 21 confrontos no geral, com 13 êxitos para o Alvinegro, seis empates e duas vitórias tricolores (o time bateu o Santos na Vila pela pré-Libertadores de 1999).
De resto, o resultado quer dizer pouca coisa no nacional. Os três pontos levaram o Grêmio para a nona posição, com 42 pontos. O Santos, que já praticamente jogou a toalha no Brasileiro e só sentiu saudades de Neymar, suspenso, na partida, ficou com a 13ª posição, com 38 pontos. E foi vaiado pelo poucos torcedores que estiveram na Vila.
Na próxima quarta-feira, também na Vila Belmiro, o Santos recebe o Botafogo. Já o Grêmio visita o América-MG, no próximo sábado, na Arena do Jacaré. Uma vitória, dependendo dos demais resultados, pode fazer o time sonhar com uma arrancada rumo à vaga na Libertadores.
Grêmio à vontade na Vila
Sem grandes pretensões no campeonato e com o tempo ruim no litoral paulista, Santos e Grêmio fizeram um jogo que atraiu um pequeno público para a Vila Belmiro - apenas 3.477 pessoas pagaram para testemunhar o confronto. E quem foi torcer pelo Peixe ficou confuso com a escalação de um trio de zagueiros e sentiu saudades do serelepe Neymar, suspenso, em campo. Sem Léo, lesionado, Muricy Ramalho optou por colocar Durval pelo lado esquerdo. O problema é que o experiente atleta tinha dificuldades no posicionamento em campo: não sabia se era zagueiro ou lateral-esquerdo.
Com essa deficiência santista, o Grêmio procurava explorar justamente as subidas de Mário Fernandes e os espaços que o meia Douglas conseguia abrir pelo lado esquerdo da defesa santista. E numa das confusões que o time gaúcho conseguiu armar na área alvinegra, Rafael acabou cometendo pênalti em André Lima. Na batida, o goleiro pegou o chute de Douglas, mas não evitou o gol de Escudero no rebote.
Apesar de estar longe do Olímpico, o Grêmio parecia bem à vontade no gramado da Vila Belmiro. Não que tivesse maior posse de bola. Mas quando a tinha nos pés, aproveitava para chegar na cara do goleiro Rafael. Como conseguiu novamente Escudero, que obrigou o santista a fazer uma bela defesa.
A dificuldade santista estava em encontrar um homem que conseguisse ligar o meio-campo ao ataque. Borges, artilheiro do Brasileiro, poucas chances teve na primeira etapa. Alan Kardec até tentava encontrar o camisa 9 santista, mas não foi fácil. Com 1 a 0 no placar, o Grêmio tratava de explorar os contra-ataques, enquanto a sua torcida não parava de cantar, mesmo sob chuva. Aos santistas, restava esperar que tudo aquilo acabasse logo.
Grêmio recua e segura a vantagem na etapa final
Depois que os poucos torcedores que estiveram na Vila presenciaram um pedido de casamento, o Santos resolveu dar um pouco mais de emoção ao público. Aos poucos, o Peixe conseguia avançar mais no ataque. Mas isso não necessariamente representava uma supremacia em campo.
Como no primeiro tempo, Rafael teve de se virar para não levar o segundo gol dos gremistas. Ora André Lima, ora Escudero, o goleiro era testado sob a chuva que só apertava em Santos. A principal diferença para o primeiro tempo, porém, foi que o Tricolor gaúcho ficou boa parte da etapa atrás da linha que divide o campo.
Na tentativa de não deixar os pontos escaparem em casa, Muricy sacou Ibson, que não vinha bem na partida, para a entrada de Tiago Alves. Breitner também entrou na vaga de Renteria para tentar aproximar o meio-campo do ataque. Em vão. Enquanto o Peixe tentava um último suspiro, o Grêmio se retraía ainda mais em campo, aceitando que o 1 a 0 era o suficiente e não se arriscando a ampliar. O placar mínimo era o que o time precisava para quebrar o tabu e garantir uma vitória.
 

sábado, 8 de outubro de 2011

Grêmio perde para o Coritiba

Nem de longe o Grêmio foi aquele Grêmio , do jogo contra o Santos e Cruzeiro , quando venceu e massacrou o time adversário em casa.


A verdade é que hoje o Grêmio nao assusta ninguém fora de casa , nao mete medo em ninguem.


E com o treinador que tem , pior ainda.
O Grêmio perdendo a partida , precisando de um empate , porque empatar fora de casa dependendo das circunstancias do jogo é um ótimo resultado.
Machucou Brandão , e você torcedor Gremista se olha-se para o banco , acho que assim como eu , como tinha apenas o jovem de 16 anos Yuri mamute da posição de Brandão o ataque , voce apontaria o dedo pra ele , e falaria e a tua chance garoto.


Certo? Errado , Celso Roth , colocou a unha em pessoa , O Volante Adílson que alem de ser muito deficiente em certos aspectos , só atribuiu para a derrota tricolor deste sabado.


A Primeira pegadinha de Roth , começou a aparecer no comando do Grêmio , Porque que ele é tão retranqueiro?


Eu nao entendo isso , Se um time ta perdendo a tendencia é ele botar um homem a mais na frente,Mas ele conseguiu recuar o Grêmio mais para o campo de defesa , e com isso o Coritiba que é uma equipe bem organizada e tem Técnico , coisa que o Grêmio , que me desculpe os Gremista , Nao tem , O Coritiba encurralou o Grêmio , e Numa cobrança de escanteio do ex-Gremista Tcheco , ele cruzou como se fosse com a mão para o segundo gol coxa-branca , que parava a boa sequencia de vitorias do time da azenha.


Mas com a derrota , se ve que o Grêmio nao vai brigar por nada mais no campeonato , nada mais a nao ser , fica a frente do Inter na classificação. Que considerem a nao queda para a segunda divisão , uma enorme conquista.


Grêmio cada vez mais se apequenando no brasil .

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Grêmio vence o Santos no Olímpico

Grêmio vence mais uma no brasileiro ,e se aproxima cada vez mais da zona de classificação da libertadores da américa.


Num jogo em que só nao foi uma goleada, no estádio olímpico porque o goleiro Rafael estava em noite inspirada , mas diria o mais apaixonado gremista , que foi uma goleada vencer o Santos por 1x0.


O Grêmio mandou no jogo durante toda a partida , O Atacante Borges , pouco criou , e a torcida do Grêmio "homenageou" Borges , com varias palavras de "camaradagem".


O Grêmio começou o jogo com vontade , e com o vaiado durante os treinos da semana, Brandão fez o gol da vitória tricolor , diante do Santos.




Agora o Grêmio está a 5 pontos da Zona da Libertadores , e a 1 ponto do Internacional.


Próximo Jogo do Grêmio pelo campeonato Brasileiro , é contra o Coritiba lá no couto pereira ,as 18h00 no Sabado.



Trocação pura
Nos confrontos entre lutadores de Artes Marciais Mistas (MMA, na sigla em inglês), fala-se muito em "trocação" - quando os adversários partem para o ataque franco. E foi desta forma que Grêmio e Santos encararam o primeiro tempo da partida.
De início, o Grêmio encurralou o Santos. Enquanto os volantes Arouca e Adriano perseguiam Douglas, no encaixe do 4-2-2-2 santista, Marquinhos e Escudero - os meias-extremos do 4-2-3-1 tricolor - transitavam com liberdade na intermediária ofensiva.
Com o acréscimo dos laterais Mário Fernandes e Julio Cesar, Marquinhos e Escudero orquestraram a intensa blitz que levou ao gol de Brandão. E outras muitas chances foram desperdiçadas. Ao Santos, nada mais restou a não ser também atacar.
Borges, Ibson e Alan Kardec pararam em Victor, ou chutaram para fora. Na outra área, Escudero seguia levando os defensores santistas à beira da insanidade. Trocação pura, que resultou em 17 finalizações - 11 para o Grêmio, 6 para o Santos - em pouco mais de 45 minutos.
Libertadores
Nem o intervalo arrefeceu o ímpeto de ambos. Grêmio e Santos disputaram segundo tempo tão intenso quanto o primeiro. Mais uma vez sobraram chances, principalmente na área do goleiro Rafael, que brilhou com defesas espetaculares.
Para incrementar a força ofensiva, Muricy Ramalho colocou o atacante Rentería em campo, sacando o meia Ibson, e organizando um 4-3-3. Logo depois, lesionado, Elano deu lugar a Henrique. Nas arquibancadas, torcedores também participavam efusivamente.
O mais marcado foi o centroavante Borges, ex-Grêmio, que a cada participação era soterrado por vaias e mais vaias. Empolgados com a vibração dos jogadores, os gremistas não pararam de cantar, trepidando o Estádio Olímpico.
Com o jogo sob controle, o Grêmio correu menos riscos mesmo enfrentando um trio de atacantes. Nos contra-ataques, Marquinhos e Escudero seguiram perigosos. E os torcedores puderam comemorar a vitória que lhes devolve a ambição de retornar à Taça Libertadores em 2012.

O Gremista terá que secar o FLA-FLU , se der um empate no clássico carioca , diminui a vantagem tricolor , para 3 pontos , colidindo com uma vitória tricolor diante do time do couto pereira.  


domingo, 2 de outubro de 2011

Grêmio vence o Cruzeiro no Olímpico

É verdade que poderia ter sido uma goleada no estádio Olímpico, jogo válido pela 27° rodada do returno do campeonato Brasileiro.


O Grêmio jogou todo o tempo melhor que o Cruzeiro, e no começo do jogo, chegou a balançar as redes com 5 minutos de primeiro tempo.


Após cruzamento pra área, aquela confusão  o zagueiro Edcarlos deu de bicicleta no fundo , Brandão o novo titular do ataque tricolor, testou, o goleiro Fábio ficou olhando a bola passar e beijar o travessão , e no rebote Ele o contestado Rafael Marques, mandou pro fundo das , redes festa Gremista logo cedo em, Porto Alegre.


Os jogadores de marcação do Grêmio , Fábio Rochemback , Fernando , Adílson , estão de parabéns , pois conseguiram parar o Grande jogador do cruzeiro Montillo.


Ainda no primeiro tempo , O Grêmio quase chegou ao segundo gol, aos 10 minutos Douglas , num lindo chute , com precisão a bola caprichosamente deu no travessão e Brandão nao conseguiu botar a redondinha para dentro do barraco do goleiro Fábio.


O Cruzeiro até tentava chegar ao gol de empate , mas parou na bela atuação do Goleiro Victor. e quando conseguiu fazer um gol, O Argentino Montillo estava em condição irregular.


SEGUNDO TEMPO


O Segundo tempo, começou como o primeiro , o Grêmio tomando iniciativa,e marcando mais um,em Monumental lançamento de Marquinhos, para Escudero, Que com categoria tiro de Fábio e mando pro fundo das redes, fazendo mais uma avalanche de alegria no estádio olímpico.


O Cruzeiro se safo se levar uma goleada histórica no Monumental, Porque o Grêmio perdeu muitas chances, como a que Brandão teve,numa jogada de escudero que chutou pra dentro da área e o atacante chegou atrasado, e em outro lance , numa jogada espetacular do lateral esquerdo Julio César, Douglas isolou a bola.
Logo em Seguida , Num Magistral cruzamento de Julio césar, Adilson correu por tras da defesa do cruzeiro ,e chutou para uma defesa de Fábio.


O Grêmio no final do jogo recuou , e o Cruzeiro se jogou ao ataque, Para que ai a estrela do goleiro Victor brilha-se
Em um chute de Montillo , a bola cairia no Angulo do Goleiro tricolor, que com as pontas dos dedos foi lá, para evitar o que seria um gol do cruzeiro.


Logo depois num chute de fora da área , ele nao quis se complicar , e botou pra escanteio.


De nada adiantou a pressão do cruzeiro ( digamos que foi uma pressão mentirosa ), O Arbitro deu o ultimo apito.


Fim de Papo no Estádio Olímpico 




O Grêmio encara o Santos , por jogo atrasado , nesta quarta feira direto do Olímpico em Porto Alegre , as 20h30.

Inter perde para o Atlético PR

O Internacional sentiu muita a falta de Leandro damião no jogo de hoje na arena da baixada em Curitiba contra o Atlético.



O atacante Federico Nieto viveu uma tarde de herói neste domingo, na Arena da Baixada. Foram dele os gols da vitória do Atlético-PR sobre o Internacional, por 2 a 0, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. O argentino, que não era titular desde a sétima rodada, marcou dois gols de cabeça, ambos no segundo tempo, e deu força ao Furacão na luta contra a degola.
O primeiro tempo, bastante disputado e com raras chances de gol, terminou com placar em branco. Na etapa final, com a entrada de Marcinho, que teve o nome gritado pela torcida ainda no primeiro tempo, o Furacão marcou dois gols. No primeiro, o meia deu passe preciso para Nieto. No segundo, lançou Edílson, que cruzou na cabeça do camisa 9.
Com esse resultado, o Atlético-PR sobe para 27 pontos, ultrapassa o Atlético-MG e chega ao 17° lugar. Além disso, o Furacão ficou mais perto de sair do Z4. A distância para o Cruzeiro, 16°, caiu para dois pontos.
Já o Colorado, que estava a apenas um ponto do G5 antes da rodada, segue no sétimo lugar, com 40, mas a quatro do Fluminense, quinto colocado e na zona de classificação para a Taça Libertadores de 2011.
Atlético-PR e Internacional voltam a campo no domingo. O Furacão visita o Avaí, às 18h (horário de Brasília), na Ressacada. O Colorado recebe o Vasco, às 16h, no Beira-Rio.
nieto atlético-pr x internacional (Foto: Agência Estado)Nieto marca dois gols de cabeça, e Furacão respira na luta contra o Z-4 (Foto: Agência Estado)
Equilíbrio e poucas chances de gol no primeiro tempo
O Atlético-PR começou a partida no 4-4-2, com três volantes e apenas Paulo Baier na criação das jogadas. Já o Internacional tinha, no 4-5-1, dois volantes, três meias e Jô avançado. Com a vantagem numérica no meio-campo, o Colorado foi mais perigoso nos primeiros dez minutos. No principal lance, Ricardo Goulart arriscou, e a bola sobrou para Jô, que finalizou para defesa de Renan Rocha.
A resposta atleticana veio aos 14. Nieto recebeu lançamento, dividiu com Bolívar e ficou cara a cara com Muriel. O argentino, porém, parou no lance porque pensou que o árbitro Paulo César Oliveira havia marcado falta. Quando percebeu que não, ele bateu para boa defesa do goleiro colorado.
Depois disso, o jogo ficou bastante equilibrado, e os lances de gol, que já eram poucos, se tornaram raríssimos. Com D'Alessandro bem marcado por Renan Foguinho, o Inter ameaçou apenas mais duas vezes na etapa inicial. Livre na área, Jô cabeceou para fora. Já Oscar chutou de longe, à direita do gol de Renan Rocha.
Também com dificuldades para criar, os atleticanos tentaram cavar dois pênaltis, com Nieto e Paulo Baier, mas o árbitro acertou e mandou os lances seguirem. Antes do intervalo, o Furacão arriscou com Edílson, que cobrou falta direto para fora. O Rubro-Negro chegou a balançar as redes na etapa inicial com Guerrón, mas o equatoriano estava impedido quando recebeu passe de Paulo Baier.
Nieto decide para o Furacão
Para tentar resolver a falta de criatividade do meio-campo, Antônio Lopes colocou o meia Marcinho, um pedido da torcida, na vaga de Paulinho. E Marcelo Oliveira passou do meio-campo para a lateral esquerda. O técnico teve de promover outra alteração no intervalo. Renan Foguinho passou mal antes do reinício da partida e foi substituído por Fransérgio.
O Internacional, que voltou sem alterações, começou melhor e, assim como o Atlético-PR no primeiro tempo, teve um gol anulado. Jô recebeu em posição legal e tocou na saída do goleiro, mas o auxiliar assinalou o impedimento inexistente. O Colorado teve mais duas oportunidades, mas Bolívar, de cabeça, e D'Alessandro, de fora da área, bateram para fora.
A resposta foi fatal. Aos 13 minutos, Marcinho cruzou com perfeição, na cabeça de Nieto. O camisa 9 não perdoou e abriu o placar na Arena da Baixada. O Inter, em cabeçada de Jô, quase empatou, mas Renan Rocha fez milagre e espalmou a bola para escanteio.
Nieto teve a chance de fazer o segundo dele aos 21, quando recebeu de Baier, tentou driblar o goleiro e foi facilmente desarmado. Em desvantagem no placar, o Inter partiu para a pressão. D'Alessandro de longe e Jô de cabeça erraram o alvo. O Furacão, que apostava nos contra-ataque, aproveitou um deles para ampliar e matar o jogo.
Edílson cruzou na cabeça de Nieto, aos 38 minutos. Ele tocou no canto direito, sem chance para Muriel. Furacão 2 a 0 e um respiro na luta contra o Z-4. Antes do apito final, Nieto ainda perdeu outro gol claro, sozinho e de frente para Muriel. Mas nada que estragasse a festa atleticana, que gritou olé e comemorou o triunfo.